Comentários para o Evangelho do Dia

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Nossa Senhora de Altagracia (República Dominicana)

Ave Maria

Um colono espanhol costumava ir à cidade de Ozama para fazer compras. Naquele dia, sua filha Nina, de 14 anos, havia-lhe pedido uma imagem de Nossa Senhora de Altagracia "Alta Graça", a Virgem Maria, aquela que recebeu inúmeras graças, e é "a cheia de graça", preparada para a maior de todas as graças, que é a de ser a Mãe de Deus.

Porém, não tendo encontrado a imagem solicitada, triste, o pai retornava à casa de mãos vazias. No caminho, parou num albergue e, encontrando um velho amigo, confiou-lhe a sua frustração. Um terceiro personagem entra na conversa e tira do alforje uma tela, representando Nossa Senhora de Alta Graça; a Virgem em oração, diante do Menino Jesus, e São José atrás dela. Cheio de alegria, ele quis comprar a tela, mas o estranho lha ofereceu, graciosamente. No dia seguinte, então 21 de janeiro, pela manhã, o misterioso personagem havia desaparecido e Nina veio ao encontro do pai para receber a maravilhosa imagem.

O santuário de Nossa Senhora de Alta Graça foi erguido em Higuey, local onde pai e filha se reencontraram, e este é o maior santuário mariano da República Dominicana. A festa do santuário acontece, sempre, no dia 21 de janeiro.

Trecho do livro Nossa Senhora de Altagracia, edição pastoral, de Monsenhor Ramon de la Rosa, Bispo da Diocese de Altagracia, República Dominicana, 1977.

Fonte: mariedenazareth.com

Santa Maria

Agora que estás sentada à sua direita...

Ave Maria

O Evangelho das Bodas de Cana é celebrado, pela Igreja Copta, no dia 21 de janeiro. Nesta data se comemora a poderosa intercessão e a maternal e amorosa mediação de Maria. Como exemplo, vejamos este manuscrito redigido por autor anônimo:

"Em Caná da Galileia, após ter interpelado seu Filho e após ter conhecido a vontade d´Ele, tu deste esta ordem aos serventes: 'Fazei tudo o que Ele vos disser'" [Jo 2, 5]. Jesus disse aos criados: "Enchei as talhas de água" Eles as encheram, imediatamente, até as bordas. E teu Filho transformou a água em vinho verdadeiro e bom, utilizando seu poder divino, sob a influência da tua palavra. Como será agora, quando estás sentada à sua direita, no mais alto dos céus, se intercederes junto d´Ele, em favor de uma alma vil e miserável, quase inexistente? Oh! Tu poderás salvá-la, tu que salvaste nosso pai, Adão e nossa mãe, Eva, do suplício eterno!"

Manuscrito árabe 278, f 26 v-27r. Arquivos do museu copta do velho Cairo.
Gabriele Giamberardi, Il culto mariano in Egito, Jerusalém, 1974, vol. 3, pág. 159

Fonte:MDNportuguese

Santa Maria


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Banneux e Lourdes representariam um anuncio profético? (I)

Ave Maria

Esta é uma história verdadeiramente singular: em agosto de 1933, uns seis meses após a oitava e última aparição em Banneux,um visitante se apresentou ao capelão Jamin. Aquele visitante era um dos mais conhecidos e reputados religiosos da Bélgica. Tratava-se do Padre Lieckens, dominicano de Bruxelas. Este irmão contou ao capelão Jamin que, vinte anos passados ele vira uma profecia numa revista mariana declarando: "setenta e cinco anos após as aparições de Lourdes, a Virgem Santíssima reaparecerá na França, perto de uma fronteira."

egundo Padre Lickens (que mais tarde testemunhou o fato sob juramento e o repetiu diante de numerosos auditórios), esta profecia se espalhou por toda a Bélgica, de tal forma, que ele se viu obrigado a partilhá-la com seus confrades e discutir sobre ela, inúmeras vezes. Certo é que, passados tantos anos, havia grande número de pessoas, especialmente na Bélgica, a aguardar com enorme curiosidade, se não se tratava de pura ansiedade ou mesmo sofreguidão, sendo o ano de 1933 o sexagésimo ano após os eventos de Lourdes.

m novembro de 1932, eis que são divulgados os acontecimentos sobre as aparições de Beauraing, local próximo à fronteira, mas fora da França. O território da diocese de Namur ladeava o de uma diocese francesa. Contudo, as contas não eram exatas, pois os anos passados somavam, na realidade, setenta e quatro e não, sessenta.


Vittorio Messori
L'enigma di Banneux
in Ipotesi su Maria
Fonte: www.mariedenazareth.com

Santa Maria

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ela é nossa Mãe, Mãe da nossa Luz


Ave Maria

Através de Maria fomos destinados a um nascimento bem melhor do que o que recebemos de Eva, pois Jesus Cristo nasceu de Maria...

Ela é nossa Mãe, Mãe da nossa Luz; ela é, então, mais do que a nossa mãe segundo a carne, porque dela se origina o nosso privilegiado nascimento. Somos filhos daquela que é a Mãe de nosso Deus e Senhor.

São Aereld de Rievauls (1109-1167)
Sermo 2 in Nativitate, PL 195, 323 C

Fonte: MDNportuguese

Santa Maria





quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Desde o primeiro instante de sua existência, Maria é a Mãe de Jesus!

Ave Maria

Se nós nos ativermos, simplesmente, à narração de Mateus, poderemos intuir que Maria é virgem porque não conheceu homem. Mas se mergulharmos neste assunto mais profundamente, aprenderemos que essa graça remonta à sua própria origem.
Desde o primeiro instante de sua existência, ela se voltou para o Redentor, consagrou-se inteiramente a Ele e já estava vivificada pela Sua presença e radicalmente dedicada à sua missão. Enfim, desde o primeiro instante de sua existência Maria é a Mãe de Jesus.
Maurice Zundel
Maria, ternura de Deus, Edição du Jubilé, 2005

Fonte: MDNportuguese

Santa Maria

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Ela se tornou para nós a medianeira (I)

Ave Maria

Por meio dela findaram nossas hostilidades seculares com o Criador.
Por meio dela, a nossa reconciliação com Ele foi proclamada.
A paz e a graça nos foram dadas.
Os homens unem seus corações aos dos anjos.
E eis-nos, então, refeitos; somos filhos de Deus, nós, que outrora, éramos motivo de desprezo!

Santa Maria


São João Damasceno
Homilia sobre a Natividade e a Assunção
Fonte cristã, nº 80, Paris, Editora Cerf, 1961.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O Papa Pio XII canoniza Catarina Labouré, diante de 10.000 filhos de Maria, trajados de branco

Ave Maria,

Será que o que nos deixa admirados, diante na vida de Catarina, a vidente da Rua du Bac, irmãzinha dos pobres e dos doentes, seriam as aparições, com seu prestígio e seus frutos? Não seria, talvez, por constatarmos o dedicado serviço que ela prestava aos pobres, "meus mestres" como os chamava, seguindo o exemplo de São Vicente de Paula? Ela soube ir até eles, empobrecendo-se a si mesma. Guardava suas roupas e pertences junto aos dos miseráveis: seus remendos diligentes, tratados com impecável limpeza, dizem os testemunhos... Ela não tinha qualquer complexo. Ousava falar de Deus àqueles a quem oferecia ajuda e socorro. Oferecer Deus e oferecer o pão, oferecer Nosso Senhor e dedicar a sua afeição àqueles que sofriam, eram atitudes que chegavam unidas, e que vinham de um mesmo coração. Como Bernadete, a jovem decepcionava aqueles que pretendiam uma vidente mais inclinada ao misticismo. O "misticismo" de Catarina era a simplicidade, segundo o Evangelho; era a transparência. Nela, em plena aurora do século XIX, o Espírito Santo começava a formar, para os novos tempos, um novo tipo de santidade, recolhido nas fontes do Evangelho: uma santidade sem sucesso nem triunfos humanos.

René Laurentin, Vida de Catarina Labouré

Santa Maria.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Canto de Reconhecimento a Nossa Senhora do Monte Carmelo (2ª parte)

Ave Maria,

Perto da Senhora, ó minha terna Mãe! Encontrei o repouso do coração; Não desejo mais nada nesta terra, somente Jesus é a minha felicidade plena. Se às vezes sinto-me triste, quando o medo me assalta, sempre, sempre, a sustentar a minha fraqueza, Mãe, a Senhora se digna dar-me a bênção. Faça com que eu seja fiel a meu divino Esposo, Jesus. Que um dia a sua doce voz venha chamar-me, para que eu voe entre os seus eleitos. Então, não haverá mais exílio nem sofrimento; e eu recitarei no Céu o canto do meu reconhecimento, amável Rainha do Carmo!

Santa Teresa de Lisieux, do Menino Jesus e da Sagrada Face Poesias CERF-DDB

Santa Maria.

domingo, 19 de julho de 2009

Canto de Reconhecimento a Nossa Senhora do Monte Carmelo (1ª parte)

Ave Maria,

Nos primeiros instantes de minha vida, a Senhora me tomou em seus braços; depois deste dia, Mãe querida, a Senhora me protege nestes terrenos passos. Para conservar a minha inocência. a Senhora me colocou em doce ninho, a Senhora protegeu a minha infância na sombra de um claustro bendito. Mais tarde, ao tempo da minha juventude, de Jesus ouvi o chamado, o apelo!... Em sua inefável ternura, a Senhora me mostrou o Carmelo. "Vem, minha criança, sê generosa", dizia-me a Senhora, com dulçor; "Perto de mim serás feliz, vem imolar-te pelo teu Salvador."

Santa Teresa de Lisieux, do Menino Jesus e da Sagrada Face Poesias CERF-DDB

Santa Maria.

sábado, 18 de julho de 2009

Nossa Senhora de Kophàza (2ª parte)

Ave Maria.

Aos 14 anos, Eléanore já é uma bela jovem, desabrochada flor, que se desenvolvia harmoniosamente. Era o orgulho do pai e a alegria da família. O pai, o Conde Nàdasdy, já fazia admiráveis projetos para o futuro da filha, tal como possibilidades de casamento com algum jovem de grande e nobre família do país. Milagre? Talvez. Graças especiais? Sem dúvida! O tempo passa... As grandes caçadas sempre a acontecer, prazer da família Nàdasdy... Eléanore foi percebida pelo jovem Wesselényi, da grande nobreza húngara. As negociações para o casamento se iniciam entre as duas famílias. Eléanore revela ao pai o voto de virgindade que fizera à Virgem. Consternação na família! O Conde Nàdasdy consulta seu parente, Monsenhor d´Eger. Este julga que Eléanore, enferma e ainda imatura, havia feito uma promessa cujo peso e importância não poderia apreender. Assim, o Bispo resgata a jovem de seu voto de virgindade e os esponsais aconteceram. Deixemos de lado o sofrimento de Eléanore e vamos dar uma espiada no castelo dos Nàdasdy. Toda a população está feliz. A família dos Wesselényi se apresenta pomposamente, com grande ostentação. Eléanore, deslumbrante, por obediência, se presta à preparação do cortejo que vai conduzi-la ao jovem noivo. O dia está lindo. Mas, logo o céu se ensombreia. É grande a ameaça de tormenta. Todos decidem esperar que o mau tempo passe... Porém, um vento violento sacode o castelo, arranca a grinalda colocada por mãos de artistas na jovem donzela e, em seguida, um trovão, seco... Um raio cai sobre o cortejo que se formava. Infelizmente, em vez da alegria de um matrimônio, eis a tristeza das exéquias em Kophàza. Eléanore foi enterrada, Eléanore, a que fora curada, milagrosamente, na floresta de Kophàza... Terror, assombro, lágrimas, desgostos acompanharam a morte da pequena Eléanore. Quanto remorso no coração do pobre Conde! Munido de um espírito de reparação, ele fez com que se construísse na própria capela um santuário onde ainda hoje se reza à Mãe de Deus, a Grande Senhora dos Magyars!


Traduzido do húngaro por F. L. PRUCSER para o Recueil marial (Florilégio Mariano) de Frei Albert Pfleger, n°10

Santa Maria.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Nossa Senhora de Kophàza (1ª parte)

Ave Maria,

Kophàza é uma encantadora cidadezinha a sudeste de Sopron, na Hungria. A localidade usufrui de um certo renome, primeiramente devido ao santuário Mariano que lá existe; em seguida, devido aos campos férteis de suas vinhas, eternamente beijadas pelo sol, seus ricos prados e sua floresta vigilante, verdadeiro bastião de proteção do local. Muitos peregrinos visitam o santuário dedicado à Santíssima Virgem, sem conhecer sua origem, que bem merece ser revelada.
No século XVII, Kophàza era, graças à sua grande floresta, ponto de referência e de encontro para caçadas, o local preferido do Conde Thomas Nàdasdy. A estrada que conduzia ao lago Fertoe, reconhecido logradouro para a caça aquática, passava por Kophàza, próximo a uma pequena capela, escondida na floresta. Lá se venerava um belo quadro da Virgem. Ora, a filha do Conde Nàdasdy sofria de uma doença incurável, segundo os mais renomados médicos da época. Eléanore, a pequena enferma, era o grande peso, a cruz da família, principalmente para o Conde. A jovem, em seu infortúnio, tinha o hábito de passear sozinha ou acompanhada, até o extremo da mata, para fruir a beleza da natureza.
Um dia, aventurou-se a jovenzinha pela floresta. A capela da Virgem a atrai. O silêncio da floresta a envolve. Eléanore adentra o santuário, piedosa como é... Mas, que amor ardente surge em seu coração ao fitar o quadro da Virgem com o Menino Jesus nos braços! Quanto mais Eléanore fitava a tela, mais a sua oração tornava-se fervorosa e assomava-lhe aos lábios: "Virgem Santa, cura-me, para que eu seja feliz, cura-me e eu pertencerei a ti para sempre!... Faço agora, aos teus pés, o voto de virgindade eterna..." Certa de ter sido atendida, a jovem parte, plena de alegria. A felicidade inunda todo o seu ser e, à sua volta, tudo parece sorrir. A partir de então, ela virá, com frequência, visitar a querida Madona da floresta.
Traduzido do húngaro por F. L. PRUCSER para o Recueil marial (Florilégio Mariano) de Frei Albert Pfleger, n°10
Santa Maria.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Devoção a Maria, a Mãe de Deus


Ave Maria,




Entre os santos de Deus está, em primeiro lugar, Maria, a mãe de Jesus (Mateus 2,1; Marcos 3,32; Lucas 2,48; João 19,25). É, portanto, com a Bíblia na mão, que louvamos Maria, chamando-a de bem-aventurada. Nós, cristãos católicos, veneramos Maria porque Deus a escolheu para ser a mãe de seu filho Jesus, nosso único redentor e salvador.

O culto a Maria está fundado na Palavra de Deus, que afirma: ”Isabel, cheia do Espírito Santo, exclamou: bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre”. Maria recebeu de Deus a plenitude da graça e, por esta razão, é saudada pelo Anjo como “cheia de graça” (Lucas 1,28). A mesma Maria, reconhecendo sua pequenez de serva agraciada por Deus, reconhece: “Todas as gerações me chamarão de bem-aventurada”(Lucas 1,48). Durante toda a vida, até a última provação, quando Jesus seu filho morre na cruz diante dela, sua fé não vacilou. Maria não cessou de crer no cumprimento da Palavra, das promessas de Deus. Por isso, a Igreja venera em Maria a realização mais pura da fé (CIC 149).

Nós amamos o Filho de Maria, Jesus Cristo, ”autor e consumador da fé“ (Hebreus 12,2). Devemos , portanto, amar sua mãe, sua fiel discípula, a primeira que nele acreditou, dando sua adesão ao plano de Deus, quando o Anjo lhe anunciou que seria mãe do Salvador. A devoção à Virgem Maria é “intrínseca ao culto cristão” (Vaticano II – LG 62). Porém, o culto à Maria, mesmo sendo inteiramente singular, difere essencialmente do culto que se presta à Santíssima Trindade. Ao Deus Uno e Trino Pai, Filho e Espírito Santo, nós adoramos; enquanto a Maria, nós veneramos.

Este culto de veneração toda especial à Maria se justifica porque ela é reconhecida como “Mãe do meu Senhor” (Lucas 1,43). O concílio de Éfeso, no ano 431, reconheceu Maria como Mãe de Deus: Mãe de Jesus, Deus encarnado. Por isso, a igreja assim a venera com especial devoção. Para Maria damos inúmeros títulos: Nossa Senhora das Graças, de Lourdes, Aparecida, de Fátima, do Carmo, da Penha... Mas é sempre a mesma Maria de Nazaré, a Mãe de Jesus que a Bíblia nos apresenta toda de Deus (Lucas 1,38), toda do povo (Lucas 1,39-56), orando com a Igreja (Atos 1,14). Foi Jesus que, morrendo na cruz, entregou sua mãe à Igreja, na pessoa do discípulo João que, junto com Maria, estava aos pés da cruz: “Eis aí tua mãe” (João 19,27). E o discípulo a levou para sua casa. A casa do discípulo, nós sabemos, é a comunidade, a Igreja. Maria é, portanto, presença materna na comunidade dos que acreditam em Jesus.

O exemplo de Maria não afasta de Jesus, pelo contrário, arrasta a humanidade para a adoração de seu filho: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (João 2,5). Eis o que nos ensina Maria, é sua última palavra na Bíblia, é o seu testamento. Maria faz eco à Palavra do Pai, quando da transfiguração de Jesus: “Este é o meu filho amado, que muito me agrada. Escutem o que ele diz“ (Mateus 17,5). Concluímos que o culto à Maria é bíblico, nele não há idolatria. A devoção à Maria nos leva a Jesus, à comunhão com Ele. Jesus é a meta de toda devoção mariana. A alegria de Maria é que aceitemos e sigamos Jesus, como assim ela o fez. Maria não é o centro da fé, o centro é Jesus. Porém, Maria faz parte do centro da fé, porque faz parte, de forma única, da vida de Jesus. Mãe e Filho estão ligados no plano de Deus e não podem ser separados; não se pode reconhecer o Filho e não reconhecer a Mãe. Aceitemos a vontade de Deus, aceitemos o presente que Ele nos dá: MARIA.

Fonte:
Maria do Carmo Hakim Silva
Membro da Comunidade Católica de Aliança Jesus te Ama

Santa Maria.

Nossa Senhora do Carmo

Ave Maria,

No dia 16 de julho, celebra-se na Igreja Católica, a memória de Nossa Senhora do Carmo, um título da Virgem Maria que remonta ao século XIII, quando, no monte Carmelo, Palestina, começou a formar-se um grupo de eremitas. Estes, querendo imitar o exemplo do profeta Elias, reuniram-se ao redor de uma fonte chamada "fonte de Elias", e iniciaram um estilo de vida que, mais tarde, se estenderia ao mundo todo. Devido ao lugar onde nasceu, este grupo de ex-cruzados e eremitas foi chamado de "carmelitas". A história nos assegura que os eremitas construíram também uma pequena capela dedicada à Nossa Senhora que, mais tarde, e pela mesma circunstância de lugar, seria chamada de "Nossa Senhora do Carmo" ou " Nossa Senhora do Carmelo". Os carmelitas viram-se obrigados a emigrar para a Europa, para continuar a própria vida religiosa e lutar por seu espaço entre as várias ordens mendicantes. O título de Nossa Senhora do Carmo está unido ao "símbolo do escapulário".

A presença de Maria com o nome de Nossa Senhora do Carmo foi se espalhando por toda a Europa, e esta devoção foi levada para a América Latina, na primeira hora da evangelização. É difícil encontrar uma diocese latino-americana que não tenha, pelo menos, uma igreja dedicada a Nossa Senhora do Carmo. Não somente são igrejas matrizes ou catedrais dedicadas a Maria, sob o título de Nossa Senhora do Carmo, mas também lugarejos, capelas, oratórios etc. Isso prova como esta devoção saiu dos âmbitos restritos dos conventos carmelitanos e se tornou propriedade do povo e da Igreja Universal, como diz o Papa João Paulo II, em sua carta dirigida aos Superiores Gerais do "Carmelo da Antiga Observância e do Carmelo Descalço".

Esta devoção, enraizada no coração do povo, está sendo resgatada, e os devotos de Nossa Senhora do Carmo aumentam cada vez mais.

Texto: Cônego Pedro Carlos Cipolini - Doutor em Teologia (Mariologia); professor titular da PUC–Campinas; membro da Academia Marial de Aparecida

Fonte:
Maria do Carmo Hakim Silva
Membro da Comunidade Católica de Aliança Jesus te Ama

Santa Maria.

Nossa Senhora do Carmo (Memória Facultativa)

Ave Maria,

A festa da Padroeira da Ordem Carmelita foi, inicialmente, a da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, a 15 de agosto. Entretanto, entre 1376 e 1386, surgiu o costume de celebrar uma festa especial em honra de Nossa Senhora, para comemorar a aprovação da regra pelo Papa Honório III, em 1226. Esse costume parece ter-se originado na Inglaterra. E a observância da festa foi fixada para o dia 16 de julho, que é também a data em que, segundo a tradição carmelita, Nossa Senhora apareceu a São Simão Stock e lhe entregou o escapulário. No início do século XVII, ela se transformou em definitivo na “festa do escapulário”, e logo começou a ser celebrada também fora da Ordem e, em 1726, espalhou-se por toda a Igreja do Ocidente, por obra do Papa Bento XIII. No próprio da missa, o dia não se faz menção do escapulário ou da visão que teve São Simão; porém, ambos os fatos são mencionados nas leituras do segundo noturno das Matinas. E o escapulário de Nossa Senhora é mencionado no prefácio especial usado pelos carmelitas, nesta festa.

A ordem dos carmelitas, uma das mais antigas na história da Igreja, embora considere o profeta Elias como o seu patriarca modelo, não tem um verdadeiro fundador, mas tem um grande amor: o culto a Maria, honrada como a Bem-Aventurada Virgem do Carmo. “O Carmo – disse o cardeal Piazza, carmelita – existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua História, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”. Elias e Maria estão unidos numa narração que tem sabor de lenda. Refere o livro das instituições dos primeiros monges: “Em lembrança da visão que mostrou ao profeta a vinda desta Virgem sob a figura de uma pequena nuvem que saia da terra e se dirigia para o Carmelo (cf. 1Rs 18,20-45), os monges, no ano 93 da Encarnação do Filho de Deus, destruíram sua antiga casa e construíram uma capela sobre o monte Carmelo, na Palestina, perto da fonte de Elias em honra desta primeira Virgem voltada a Deus.

Expulsos pelos sarracenos no século XII, os monges que haviam entretanto recebido do patriarca de Jerusalém, santo Alberto, uma regra aprovada em 1226 pelo Papa Honório III, se voltaram ao Ocidente, e aí na Europa fundaram vários mosteiros, superando várias dificuldades, nas quais, porém, puderam experimentar a proteção da Virgem. Um episódio em particular sensibilizou os devotos: “Os irmãos suplicavam humildemente a Maria que os livrasse das insídias infernais. A um deles, Simão Stock, enquanto assim rezava, a Mãe de Deus apareceu acompanhada de uma multidão de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e lhe disse: Eis o privilégio que dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: todo o que for revestido deste hábito será salvo”.

Os críticos consideram espúria, isto é, não autêntica, a bula de João XXIII em que se fala deste privilégio sabatino de ficar livres do inferno e do purgatório no primeiro sábado após a morte, mas muitos papas têm falado disso em sentido positivo. Numa bula de 11 de fevereiro de 1950, Pio XII convidava a “colocar em primeiro lugar, entre as devoções marianas, o escapulário que está ao alcance de todos”: entendido como veste Mariana, esse é de fato um ótimo símbolo da proteção da Mãe celeste; enquanto sacramental, extrai o seu valor das orações da Igreja e da confiança e amor daqueles que o usam.

Fonte:
Maria do Carmo Hakim Silva
Membro da Comunidade Católica de Aliança Jesus te Ama

Santa Maria.

Nossa Senhora do Carmo e o Escapulário

Ave Maria,

A palavra Carmo corresponde ao Monte do Carmo ou Monte Carmelo, que significa Jardim, na Palestina (Terra Santa). Uma montanha com 25 quilômetros de comprimento e 12 de largura. A ordem dos carmelitas venera com muito carinho o profeta Elias, considerado seu patriarca modelo, e a Virgem Maria, venerada com o título de Bem-Aventurada Virgem do Carmo.
Um livro muito antigo da ordem comenta a visão de Elias mostrando a Virgem dirigindo-se ao Monte Carmelo, em forma de uma nuvem que saía da terra. (I Reis 18:20,41). Os monges, no ano 93 d.C., construíram no Carmelo uma capela à Virgem. Aquela região, na época, estava sob disputa entre as populações locais pelo domínio da região, e os monges foram expulsos de lá, no século 13.

Quando foram expulsos, espalharam-se pelo Ocidente e fundaram vários mosteiros. Pouco tempo depois, em 1226, os carmelitas apresentam o pedido de aprovação do papa Honório III, que o concede oficialmente pela Igreja Católica de Roma.

Novas perseguições os cristãos sofrem em 1235. Desta vez, os carmelitas dividem-se em dois grupos: Os que permaneceram no Monte Camelo: estes foram massacrados e o mosteiro incendiado, e os que se refugiaram na Sicília, em Creta, na Itália e Inglaterra no ano de 1238; lá fundaram o Mosteiro de Aylesford; também não foram aceitos pelos religiosos e eclesiásticos.

Para os religiosos ingleses, esta seria mais uma comunidade no meio de tantas outras, e também o modo de vida que levavam não condizia com os costumes locais: levar uma vida monástica dentro de uma cidade inglesa. Preocupado com as hostilidades sofridas naquele momento, o prior dos Carmelitas, Simon Stock, considerado pela devoção e amor à Mãe do Carmelo, na noite de 16 de julho de 1251, em oração fervorosa à Virgem Maria, pede por ajuda e proteção, rezando:
"Flor do Carmelo, vide florida.Esplendor do Céu.Virgem Mãe incomparável.Doce Mãe, mas sempre Virgem,Sede propícia aos carmelitas,Ó Estrela do Mar."
Uma visão do frade carmelita Simão Stock mostrava a Virgem Maria cercada de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e dizendo:

"Recebe, meu filho, este Escapulário da tua Ordem, como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os Carmelitas. O que com ele morrer, não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos e prenda de paz e de aliança eternas".

Fonte:
Maria do Carmo Hakim Silva
Membro da Comunidade Católica de Aliança Jesus te Ama

Santa Maria.

O que é o escapulário?

Ave Maria,

A palavra escapulário vem do latim “escapula” que significa armadura, proteção. A função do escapulário na história da Igreja é muito parecida com a do rosário, constituindo-se numa das mais antigas e populares formas de devoção à Virgem Maria.

O uso do escapulário é um sinal de confiança em Nossa Senhora, para que ela cubra de graças aquele que o usa e o proteja de todos os perigos espirituais e corporais. O escapulário do Carmo é um sacramental, quer dizer, segundo o Concílio Vaticano II, "um sinal sagrado, segundo o modelo dos sacramentos, por meio do qual se significam efeitos, principalmente espirituais, obtidos pela intercessão da Igreja".

O escapulário é um sacramental, ou seja, uma realidade visível, que nos conduz a Deus, com sua graça redentora, seu perdão e promessas. Santa Tereza (reformadora da Ordem das freiras carmelitas juntamente com São João da Cruz) dizia que portar o escapulário era estar revestido com o hábito de Nossa Senhora.

Setenta anos mais tarde, aparece a Virgem ao Papa João XXII, confirma esta promessa e acrescenta outra, chamada a do privilégio sabatino, em que, mediante determinadas condições, a alma do confrade Carmelita será livre do Purgatório se lá estiver, no sábado a seguir à sua morte.

Os Soberanos Pontífices consideram como pertencentes à Ordem do Carmo, todos os que recebem o seu escapulário. Para que todos possam usufruir as graças inerentes ao Escapulário, Sua Santidade, o Papa PIO X, em 16 de Dezembro de 1910, concedeu que o Escapulário, uma vez imposto, pudesse ser substituído por uma medalha que tenha de um lado Nossa Senhora sob qualquer invocação (Carmo, das Dores, da Conceição, de Fátima etc.) e do outro lado, o Coração de Jesus, e benzida com o simples sinal da cruz, na intenção de substituir este Escapulário.


Em 28 de Janeiro de 1964, o Papa Paulo VI concedeu ainda que todos os Sacerdotes pudessem impor o Escapulário e substituí-lo pela respectiva medalha, pois até aí era um privilégio dos Padres Carmelitas e de outros Sacerdotes que o pedissem à Santa Sé, e nisto se mostra o desejo da Santa Igreja de que todos o tragam.

Fonte:
Maria do Carmo Hakim Silva
Membro da Comunidade Católica de Aliança Jesus te Ama

Santa Maria.

Condições

Ave Maria,

Para a 1ª graça (ser livre do fogo do Inferno, a mais importante de todas): Ter recebido este Escapulário imposto pelo Sacerdote e trazê-lo, ou a medalha que o substitui. Morrer com ele ou com a medalha, o que significa que se saiu deste mundo em estado de graça santificante.
Para a 2ª graça (isto é, o privilégio sabatino: ser liberto do Purgatório no primeiro sábado, depois da morte, se para lá se foi): Além das condições para a primeira graça, que é a mais importante, guardar ainda a castidade própria de cada estado, que, aliás, já é obrigatória para todos por mandamento divino; rezar, sabendo ler, todos os dias, o pequeno Ofício de Nossa Senhora, ou, não sabendo, abster-se de comida de carne nas quartas-feiras e sábados. Estas obrigações podem ser comutadas (a reza do Ofício e da abstinência de comida de carne) por um Sacerdote, o que impôs o Escapulário ou o Confessor, por outra obra pia, por exemplo: a reza de 7 (sete) Pai-Nossos, 7 Ave Marias e 7 (sete) Glórias, ou pela reza do Terço ou por outra mais fácil. Quem reza o Terço todos os dias, esse vale sem ser preciso mais nada, podendo aplicá-lo por todas as intenções de costume. O Sacerdote que reza o Ofício divino, também já cumpre, sem ser preciso outra comutação. Aos homens e às crianças, que normalmente rezam menos que as mulheres, pode-se comutar por 3 Ave Marias, rezadas diariamente. Assim aconselha o Santo Padre Cruz, que foi um grande Apóstolo do Escapulário.

Fonte:
Maria do Carmo Hakim Silva
Membro da Comunidade Católica de Aliança Jesus te Ama

Santa Maria.

Quem o pode receber?

Ave Maria,

Todos os Católicos que o peçam, o podem receber, imposto por um Sacerdote. Podem-no receber ainda as crianças batizadas, mesmo inconscientes, e os doentes destituídos dos sentidos, pois, parte-se do princípio que, se conhecessem o seu valor, o quereriam receber. É ótimo o costume de o por logo no dia do Batismo.
O Escapulário é de tecido de lã de cor castanha ou preta, mas o mais comum é o de cor castanha. O Escapulário, uma vez benzido, não precisa de nova bênção quando se substitui por outro; a medalha sim, precisa de nova bênção. O valor do Escapulário está no tecido de lã com a bênção própria, e não nas imagens que costuma ter. Pode ser lavado, podem-se mudar os cordões, pode ser revestido de plástico para não sujar etc. Devemos andar sempre com ele ou com a medalha, e, sobretudo, tê-lo à hora da morte. Nunca o deixemos, mesmo ao tomar o banho. Quem o recebeu e deixou de trazê-lo consigo, basta que comece de novo a usá-lo, ou à medalha, sem precisar de nova imposição. Sua Santidade Pio X concedeu que os militares em campanha pudessem impor a si próprios o Escapulário ou a medalha, uma vez benzidos pelo Sacerdote, e que tendo acabado a sua missão, continuem a usufruir todas as graças e privilégios a ele inerentes, sem o terem de receber de novo. Certamente que o Escapulário não dispensa os Sacramentos, que são os meios instituídos por Nosso Senhor como via normal para nos santificar, nem dispensa das práticas das virtudes. Não coloca no Céu as almas em pecado mortal, mas ajuda a bem receber os Sacramentos e à conversão da alma e a perseverar no bem. Ajuda a sair do estado de pecado mortal, onde houver um mínimo de boa vontade. O Escapulário do Carmo é um dom misericordioso do Céu, obtido por intercessão da Mãe da Misericórdia, já que os justos e os pecadores custaram o Sangue de Jesus e as Lágrimas e Dores de Maria Santíssima.

Fonte:
Maria do Carmo Hakim Silva
Membro da Comunidade Católica de Aliança Jesus te Ama

Santa Maria.

Alguns exemplos

Ave Maria,

Proteção nos perigos - Há alguns anos, três mocinhas foram passar uma tarde na praia da Costa de Caparica (Portugal). Era um tempo em que as roupas de banho e as praias não tinham descido à degradação dos tempos atuais. Todas tinham o Escapulário do Carmo e nenhuma sabia nadar. Só uma persistiu em levá-lo, as outras, por respeito humano, tiraram-no. Brincavam alegres à beira da água, quando uma onda perdida sobreveio inesperadamente e as levou. O povo acorreu em grande gritaria. Surge outra onda que deposita na praia uma delas, precisamente a que levava o Escapulário e se salvou. As outras duas pereceram. Os seus corpos foram encontrados já em estado de putrefação depois de três dias, junto ao Cabo de Espichel.
Proteção contra o demônio - Assisti um dia aos exorcismos feitos por um Sacerdote sobre um rapaz possesso do demônio. O diabo foi obrigado a confessar que se aquele rapaz tivesse recebido antes o Escapulário, não poderia ter entrado nele.
Livra do Inferno - Fui chamado para dar os últimos Sacramentos a um homem que tinha alta patente na Maçonaria, que dissera a um amigo meu: "Quem me dera ver-me livre da Maçonaria". Rezava todos os dias com os netos. Tinha recebido o Escapulário em pequeno, pois fora aluno dos Padres Jesuítas, que o impunham sempre. Cheguei, dei-lhe os Sacramentos e impus-lhe o Escapulário, pois não o trazia consigo. Começou aos urros, como um leão preso na jaula e a cama rangia fortemente. Depois, tudo acalmou. Não duvido moralmente da salvação eterna desta alma.
A um outro doente, com fama de muita virtude e a quem visitei, pus-lhe o Escapulário. Pediu-me logo para se confessar. Tinha passado a vida cometendo sacrilégios, pois tinha vergonha de confessar os seus desmandos sexuais. Morreu santamente, louvando cheio de alegria a Misericórdia Divina.
E tantos e tantos são os prodígios que teria para contar! Ah! Recebamos todos o Escapulário do Carmo, porque ele é dádiva misericordiosa de Maria, obtida do seu Filho Jesus! O Escapulário, o Terço e a Devoção ao Coração Imaculado de Maria fazem parte da Mensagem de Fátima. Tantos Papas e tantos Santos têm falado dele, que será tristeza, para não se dizer loucura, não lhe ter apreço. Leão XIII beijava-o repetidas vezes na agonia. Pio XII trazia-o desde a infância, e queria que todos o soubessem. João XXIII e Paulo VI consideram-no como grande graça concedida ao mundo. P. O. J. R.

Fonte:
Maria do Carmo Hakim Silva
Membro da Comunidade Católica de Aliança Jesus te Ama

Santa Maria.

Imposição do Escapulário por um sacerdote

Ave Maria,

- Senhor Jesus Cristo, Salvador dos homens, † abençoai este hábito de Nossa Senhora de Carmo, que, como sinal de Consagração a Maria, vai ser imposto ao vosso servo, para que pela intercessão de Maria Santíssima, possa alcançar maior plenitude de graça. (Asperge o Escapulário com água benta)

[IMPOSIÇÃO:] - Recebe este santo hábito para que, trazendo-o com devoção, te defenda do mal, e te conduza à vida eterna. - Amém. (Coloca-o ao pescoço de cada pessoa)

- Participas desde este momento de todos os bens espirituais, de que gozam os religiosos do Carmo, em Nome do Pai † e do Filho e do Espírito Santo. - Amém.

- O Senhor que se dignou admitir-te entre os confrades do Carmo, † te abençoe; e mediante este sinal de Consagração, te faça forte na luta desta vida, e te conduza à felicidade eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. - Amém. (Asperge o Confrade com água benta)[Com Aprovação eclesiástica]

"Eu também levo no meu coração, há tanto tempo, o Escapulário do Carmo! Por isso, peço à Virgem do Carmo que nos ajude a todos os religiosos e as religiosas do Carmelo e os piedosos fiéis que a veneram filialmente, para crescer em seu amor e irradiar no mundo a presença desta Mulher do silêncio e da oração, invocada como Mãe da misericórdia, Mãe da esperança e da graça".
João Paulo II

Sempre que você encontrar-se diante de uma situação DIFÍCIL, onde suas forças e seus conhecimentos não são capazes de RESOLVER, não entre em desespero. Peça ajuda a Nossa Senhora do Carmo.
ORAÇÃO - Senhora do Carmo, Rainha dos Anjos, canal das mais ternas mercês de Deus para com os homens. Refúgio e Advogada dos pecadores, com confiança eu me prostro diante de vós suplicando-vos que obtenhais...... (pede-se a graça). Em reconhecimento, solenemente prometo recorrer a vós em todas as minhas dificuldades, sofrimentos e tentações, e farei tudo que ao meu alcance estiver, a fim de induzir outros a amar-vos, reverenciar-vos e invocar-vos em todas as suas necessidades. Agradeço-vos as inúmeras bênçãos que tenho recebido de vossa mercê e poderosa intercessão. Continuai a ser meu escudo nos perigos, minha guia na vida e minha consolação na hora da morte. Amém. Nossa Senhora do Carmo, advogada dos pecadores mais abandonados, rogai pela alma do pecador mais abandonado do mundo. Ó Senhora, rogai por nós, que recorremos a vós.

Fonte:
Maria do Carmo Hakim Silva
Membro da Comunidade Católica de Aliança Jesus te Ama

Santa Maria.